Como Falar em Público

 

 

- Para Gestores, Técnicos e Executivos –

 

 

Falar em público é uma arte aprendida, é uma habilidade que pode ser desenvolvida. A experiência de ter realizado palestras e aplicados cursos nos últimos 30 anos para mais de 80.000 pessoas nos credencia a afirmar que o sucesso nas apresentações está fortemente relacionado ao tempo dedicado ao planejamento, preparação e ensaio das apresentações.

É fundamental que o palestrante tenha o domínio do conteúdo, domínio de si mesmo e domínio da plateia.

O domínio do conteúdo está relacionado com o conhecimento do tema a ser apresentado, sua organização lógica, com introdução, desenvolvimento e conclusão.

Uma boa abertura da apresentação é crucial para o seu sucesso. O orador deve dizer sobre o que deverá falar, porque é importante para a plateia, quais serão as vantagens, benefícios e utilidade (aplicação prática para fins produtivos), quanto tempo vai levar a apresentação, como a plateia pode participar e quais métodos e meios serão utilizados para comunicar-se com o público, ou seja, o primeiro minuto deve ser utilizado para contextualizar a plateia, conquistar sua confiança e despertar interesse e motivação para que queiram ouvi-lo, chamamos de horário nobre a conquista da plateia.

Uma vez superada a etapa de preparação da plateia, vem a fase da apresentação propriamente dita, em que o palestrante irá discorrer sobre o tema fazendo-o com calma, segurança, entusiasmo, falando com convicção e utilizando técnica de oratória para manter a atenção e interesse da plateia, variando o tom de voz, a sua vontade de falar, fazendo pausas, movimentando-se pelo palco, mantendo o olhar na plateia, fazendo varreduras de palco, observando os comportamentos e reações dos ouvintes, sendo objetivo, conciso e contundente na transmissão do conteúdo, denotando domínio do próprio e de si mesmo.

O domínio da plateia é uma consequência de tudo isto, saber fazer a abertura e apresentar o conteúdo com segurança e utilizando habilidades essenciais para garantir o êxito da apresentação

Contudo vale ressaltar que conhecer com antecedência o perfil do público para quem irá discursar é fundamental, será um público jovem, adulto ou composto de pessoas idosas, qual nível sócio cultural, formação acadêmica, será um grupo homogêneo ou heterogêneo, será uma plateia predominantemente masculina ou feminina e assim por diante.

É fundamental considerar o tamanho da plateia, condições do auditório, horário da palestra e sua duração pois todos estes aspectos terão que ser considerados no planejamento e organização da palestra.

Dependendo das condições do local, do tipo de plateia e horário de apresentação, a abertura com um vitalizador (ice break) é recomendado além de vitalizador no transcorrer e no final da apresentação, especialmente um jogo de fechamento para aproximar os participantes, integrá-los, mantê-los motivados e atentos a apresentação, num processo de interatividade entre o palestrante e seu público.

O fechamento da apresentação precisa ser prévio, objetivo, com um resumo destacado, os aspectos relevantes do conteúdo apresentado e sua aplicação prática, com ganhos, vantagens e benefícios. É importante iniciar no horário programado, porém mais importante ainda é terminar no horário previsto respeitando a agenda de compromissos da plateia.

Maiores conhecimentos e habilidades nesta área de ação dos gestores, executivos, analistas, técnicos de nível médio e nível superior poderão ser adquiridos nos cursos de Formação de Monitores, Desenvolvimento de Instrutores e Multiplicadores de Treinamento, Didática de Ensino, Como Falar em Público entre outros cursos similares aplicados pelo signatário deste artigo.

 

A COMANDA Educação Corporativa oferece cursos no domínio de Comunicação Interpessoal e Comunicação Organizacional, Gestão do Tempo, Delegação, Liderança de Reuniões e Técnicas de Apresentação, Competências de Gestão e Habilidades Gerenciais entre outros. Consulte nosso site ou entre em contato com a equipe de apoio pelo tel 11 3097-9646, teremos imenso prazer em atendê-los (as).

Agradecemos pela leitura desta resenha e colocamo-nos ao seu dispor.  

 

Comunicação Organizacional Como Prioridade Estratégica

A Comunicação e suas mazelas é, historicamente, o maior problema enfrentado nas empresas. Sabemos que a comunicação de cima para baixo, na estrutura organizacional, tem como função informar o planejamento, a comunicação de baixo para cima está a serviço da função controle que irá utilizá-lo na tomada de decisões e a comunicação na direção horizontal, entre pares, é utilizada para sustentar a função de coordenação.

A maior deficiência nas comunicações no ambiente corporativo não está necessariamente presente no seu fluxo de cima para baixo ou de baixo para cima, mas sim na direção horizontal, entre gestores de departamentos, setores, ilhas ou células de produção que não se comunicam o suficiente ou de forma adequada.

Na comunicação bilateral entre funcionários, fornecedores e clientes internos é frequente a presença de “ruídos” da comunicação, destacando-se:

  • Falta de planejamento da mensagem;
  • Utilização excessiva de linguagem técnica;
  • Uso de veículos inadequados para transportar a mensagem;
  • Falta de motivação do emissor ou receptor da mensagem;
  • Não saber ouvir;
  • Não solicitar ou dar feedback;
  • Mensagem inadequada;
  • Distorção da mensagem devido a acréscimo ou omissão;
  • Momento inadequado para transportar a mensagem;
  • Falta de empatia, etc.
  • Uso de vocábulos inadequados;
  • Excesso de informação em curto prazo de tempo, entre outras barreiras.

Para melhorar a qualidade da comunicação corporativa, notadamente no âmbito interno, uma série de medidas podem e devem ser tomadas, dentre elas:

  • Criar um programa de melhoria da comunicação interna, com estratégias e táticas voltadas ao fenômeno organizacional, com diagnóstico dos problemas e proposição de soluções alternativas;
  • Implementar cadeia de ação positiva, estimulando iniciativas para minimizar e/ ou eliminar a presença de “ruídos” na comunicação horizontal entre setores e departamentos funcionais;
  • Buscar alternativas de solução para as barreiras de comunicação identificadas no diagnóstico;
  • Considerar a comunicação interna uma prioridade estratégica para a empresa, estimulando projetos e iniciativas individuais e grupais para disseminar ações de melhoria da eficiência e eficácia organizacional;
  • Aplicar treinamentos específicos voltados a melhoria da comunicação interpessoal e intergrupal e assim por diante.

 

A COMANDA Educação Corporativa através de seu Diretor e Consultor Corporativo oferece cursos no domínio da Comunicação Interpessoal e Comunicação Organizacional, Gestão do Tempo, Delegação, Liderança de Reuniões e Técnicas de Apresentação, Competências de Gestão e Habilidades Gerenciais que contribuem incisivamente para que gestores, executivos e líderes otimizem suas ações no papel funcional para alcançar alto padrão de excelência.

Consulte nosso site ou entre em contato com a equipe de apoio pelo tel 11 3097-9646, teremos imenso prazer em atendê-los (as).

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Habilidades Gerenciais e de Liderança

 

- As Novas Demandas do Mundo Corporativo –

 

 

O mercado globalizado e competitivo exige um tipo novo de gestor, profundamente comprometido com valores democráticos, íntegro e capaz de propiciar mudanças consensuais, encorajar redes de ajuda mútua nas equipes, descentralizar o planejamento e as decisões, orientar-se por atitudes positivas de negociação e às práticas de administração participativa. Que tipo de gestor, que competências são necessárias para curto e médio prazos? O perfil do gestor em sintonia com o momento contempla o perfil de um profissional:

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Gestão do Tempo e Delegação

 

- Por que é importante, importantíssimo? -

 

 

 

Tempo é um dos recursos mais escassos do Gestor e das Lideranças no ambiente corporativo, aqueles que sabem administrá-lo comporão sempre uma minoria com capacidade de respostas e entregas indefinidamente maior que os demais. Tempo é matéria prima de nossa vida e perece instantaneamente.

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Analistas e Coordenadores de Treinamento de Alta Performance

- Perfil, Ações e Resultados -

Como garantir a eficácia dos treinamentos nas empresas?

Os Analistas e Coordenadores de Treinamento e Desenvolvimento são responsáveis pela gestão dos processos de T&D, para estes profissionais, ter visão sistêmica do ciclo de treinamento é fundamental porque há uma estreita correlação entre resultados educacionais esperados e a eficácia das ações formativas executadas.

Um levantamento de necessidades de treinamento bem elaborado, seguido de um adequado planejamento dos programas e complementado por uma execução efetiva, garantirá eficácia dos resultados de T&D.

Só não pode ser medido aquilo que não é realizado. É melhor estarmos aproximadamente certos do que precisamente errados. Estes são motivos que justificam o empenho dos profissionais da área em medir os níveis de reação dos treinandos ao término das ações educativas, avaliar a aprendizagem, avaliar a assimilação de conhecimentos aplicados para fins produtivos e os resultados econômicos e sociais decorrentes dos cursos realizados.

Gostar de pesquisar, ser empreendedor e detentor de cultura geral e formação técnica especializada, estudar continuamente para se atualizar, habilidades para desenvolver e implantar componentes técnicos, econômico e político adequados para a solução de problema da empresa, lidar com imprevistos e buscar soluções rápidas, manter bom relacionamento com as pessoas envolvidas para colocar em prática as ideias, entender as necessidades dos clientes de RH, considerando o “core business” da empresa e vender suas ideias são alguns dos requisitos que compõe o perfil do profissional de treinamento e desenvolvimento.

Para consolidar este perfil e outros requisitos obrigatórios e desejáveis do profissional da área, a COMANDA Educação Corporativa estará realizando em novembro de 2015 nos dias 24 e 25 em sua sede em São Pulo o curso de “Desenvolvimento de Analistas e Coordenadores de Treinamento”. O programa do curso tratará de temas como Projetos de Formação e Desenvolvimento de Pessoal, Diagnóstico de Cultura e Clima Organizacional, Levantamento e Análise das Necessidades de Treinamento, Planejamento de Programa/ Plano de Formação, Execução, Avaliação de Eficácia e Controle das Ações Formativas, Desenvolvimento Organizacional, Administração de Mudanças, Papel, Atribuições e Responsabilidades dos Analistas e Coordenadores de Treinamento em corporações modernas e evoluídas. O facilitador e coordenador executivo deste curso é nosso diretor e consultor corporativo, autor de cursos voltados para a área de RH e Desenvolvimento Gerencial

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